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Segurança Cibernética e a Indústria 4.0

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O ambiente digital passou a ser um espaço comum para uma considerável parte dos setores da economia devido à pandemia. Para a indústria, não foi diferente. E, como todo processo de transição tem seus desafios, os riscos cibernéticos passaram a ser maiores a partir dessa acelerada transformação digital.

Por estarem altamente conectados, os setores da economia e a indústria podem sofrer ataques cibernéticos, que resulta na perda de informações, em prejuízos operacionais e até mesmo na paralisação de serviços essenciais para a sociedade. O ataque cibernético orquestrado contra a Colonial Pipeline, gigante de oleodutos norte-americana, em maio de 2020, é um dos exemplos do quão vulnerável ciberneticamente a indústria estava. Para que isso não ocorra, é impreterível traçar estratégias de cibersegurança, fortalecendo a proteção de dados, dos sistemas informacionais e dos computadores, além do investimento em capacitação de profissionais que contribuem no processo de prevenção e resposta rápida aos ataques.

No SENAI CIMATEC, por exemplo, existem iniciativas para capacitação profissional, inovação e gestão, voltados para a segurança cibernética e promoção de tecnologias para a indústria 4.0. Entre elas estão a Certificação ISO 27001, a formação executiva de cibersegurança para setor elétrico, com foco na capacitação e sensibilização das lideranças e da alta gestão dentro das corporações sobre temas críticos de segurança da informação e segurança cibernética, e o Desafio Cyber CTF – Capture the Flag – SENAI, baseado no Simulador Hiper-realista de Ataques Cibernéticos.

No mês de junho, a equipe BitLord, composta por estudantes do SENAI CIMATEC, conquistou o segundo lugar no Desafio. A competição, realizada 100% online, teve como objetivo estimular profissionais e estudantes que atuam na área de TI a testarem seus conhecimentos na defesa cibernética. Esse resultado é reflexo do pioneirismo do CIMATEC no tema e representa a maturidade formativa, uma vez que o ecossistema de inovação conecta os estudantes ao desenvolvimento de projetos PD&I, serviços, soluções de problemas reais e outras iniciativas de apoio a negócios no ramo da Tecnologia da Informação.

Em 2018, o próprio SENAI já apontava as profissões de engenheiro de cibersegurança e analista de segurança e defesa digital entre as 30 novas ocupações da Indústria 4.0. Tendência que se confirmou em 2020, com a projeção das oportunidades de emprego pós-Covid 19.

Saiba mais sobre a competição e a equipe BitLord

 

Cibersegurança no Brasil

No início do mês de julho, foi divulgado o Índice Global de Segurança Cibernética 2020, pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) – agência especializada em tecnologias de informação e comunicação da Organização das Nações Unidas (ONU), que apontou o Brasil em 18º no ranking mundial de cibersegurança, apontando uma escalada de 53 posições em relação ao ano de 2019, quando o país ocupou a 71ª colocação. Nesta quarta edição do levantamento, 193 países foram pesquisados ao todo.

A discussão sobre cibersegurança tem sido ampliada e, com ela, os espaços no mercado detrabalho. De acordo com a organização internacional (ISC)², o Brasil está entre os países com os maiores mercados de cibersegurança, com a força de trabalho total estimada em mais de 600 mil profissionais.

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