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SENAI CIMATEC discute oportunidades para indústria mineral baiana

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Luis Alberto Breda na abertura do Workshop Bege Bahia Sustentável. Foto: SENAI CIMATEC.

A reutilização dos estoques remanescentes não comercializáveis da lavra do Bege Bahia foi tema do Workshop Bege Bahia Sustentável: Desafios e Oportunidades. Realizado na última sexta-feira (17/ago) no SENAI CIMATEC, o evento reuniu representantes de produtores de Mármore Bege Bahia, além de pesquisadores, especialistas e gestores do Campus.

Durante o evento, Luis Alberto Breda, Diretor Adjunto de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, convocou os participantes para identificação de novas formas e aplicações desses estoques. “Não estamos em busca de soluções antigas, mas de novas possibilidades de reaproveitar o pó e o bloco”, disse o executivo.

Para produtores deste segmento, em especial, o reaproveitamento dos estoques remanescentes pode representar ganhos significativos. De acordo com Silmar Baptista, Gerente de Novos Negócios do SENAI CIMATEC, o mecanismo de produção de pedras como mármore, granito e quartzito gera uma grande quantidade deste material. “Na produção do Mármore Bege Bahia, por exemplo, somente 30% da pedra é aproveitado. O restante é refugo. A ideia é, no entanto, tornar toda a cadeia sustentável”, explica. De acordo com o Simagran (Sindicato das Indústrias de Mármores, Granitos e Similares do Estado da Bahia), o percentual de aproveitamento de 30% do Mármore Bege Bahia é alto quando comparado a outros bens minerais.

Alguns dos produtos viáveis citados para reaproveitamento são cerâmica, filer asfáltico, fertilizante e corretor para o solo, de acordo com Francisco Freire, Especialista em Processos Químicos, Petroquímicos e Refino do SENAI CIMATEC. “Há diversas dissertações de mestrado e teses de doutorado que destacam as vantagens de se utilizar o refugo oriundo da manipulação de pedras ornamentais. A questão agora é desenvolver uma forma exequível para esta reutilização”, argumenta Freire.

O presidente do Simagran, Carlos Araújo, ressaltou a necessidade de criar associações comprometidas com a questão. “É importante que os produtores estejam engajados e somem esforços na identificação de oportunidades para o reaproveitamento, já que todos poderão ser beneficiados na sua cadeia de produção”, defendeu.

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