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SENAI CIMATEC e Marinha do Brasil firmam acordo de cooperação tecnológica

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O Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, Comandante do 2° Distrito Naval (microfone), durante a solenidade.O Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, Comandante do 2° Distrito Naval (microfone), durante a solenidade.

No dia 17 de janeiro, o SENAI CIMATEC e a Marinha do Brasil firmaram um acordo de cooperação científica e tecnológica para intercâmbio de recursos técnicos e humanos. Na cerimônia de assinatura da parceria, estiveram presentes no Centro de Eventos do SENAI CIMATEC o Presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Ricardo Alban, o Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, comandante do 2ª Distrito Naval da Marinha do Brasil, o diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, Leone Andrade, além de autoridades, professores, pesquisadores e oficiais da Marinha do Brasil.

Sobre a representatividade do acordo firmado, o Almirante Almir Santos ressaltou o fato de que a Marinha e o SENAI CIMATEC têm demandas em comum. “Temos a necessidade de desenvolver centros de pesquisa e inovação, sobretudo na área militar, prioritariamente no desenvolvimento de veículos autônomos submarinos, utilizando tecnologia nacional de alto nível. Nós também, assim como o CIMATEC, queremos aproveitar as empresas baianas para usar os protótipos fabricados”, disse.

Representando as demandas do SENAI CIMATEC, Miguel Andrade Filho, Gerente de Novos Negócios, acredita que a parceria com a Marinha para utilizar a tecnologias nas áreas de mecatrônica, modelagem computacional, robótica e materiais será importante no desenvolvimento de veículos submarinos não tripulados. “É o início de uma cooperação, que utilizará a tecnologia AUV (sigla dada à base tecnológica dos veículos autônomos submarinos), como o nosso FlatFish. Para nós, do SENAI CIMATEC, será interessante essa troca de conhecimento”, ressaltou Miguel.

O Presidente da FIEB também comentou sobre o acordo. Para Ricardo Alban, a parceria com a Marinha do Brasil gerará uma série de oportunidades de desenvolvimento de relevantes projetos de avançadas tecnologias. “Abre-se um novo olhar para as possibilidades que o mar e a exploração de Petróleo offshore nos trazem. É preciso um preciso encadeamento deste processo e para que se aproveite, ao máximo, as expertises de cada instituição”, disse Alban.

O diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, Leone Andrade, destaca que o intercâmbio tem enorme importância estratégica para o país, pois permitirá uma atuação sinérgica em prol do desenvolvimento tecnológico brasileiro.

“Considerando que 95% da produção de petróleo do país é offshore, é imprescindível o desenvolvimento de tecnologias como a robótica autônoma, na linha dos robôs submarinos e de superfície. Estes veículos têm grande potencial de agregar segurança ao sistema de produção de petróleo e gás no mar territorial brasileiro”, pontuou Andrade.

CIMATEC Mar

Durante a assinatura do acordo, Alban anunciou o “lançamento” do CIMATEC Mar. Na realidade, um novo braço do centro tecnológico voltado para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas às atividades industriais e turísticas de cunho marítimo, já que a Bahia tem vocação natural para estas áreas, por possuir a segunda e a terceira maiores baías do mundo (De Todos Os Santos e Camamu).

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