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Sindisucos debate fortalecimento do sistema produtivo da Fruticultura na Bahia

Encontro aproximou pequenos produtores, representantes do Estado e gestores de agentes de financiamento
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REUNIÃO COM O SISTEMA PRODUTIVO DE FRUTICULTURA
Na foto: Jeandro Ribeiro, Diretor da Secretaria de Desenvolvimento Rural.
Foto: Betto Jr./Coperphoto/Sistema FIEBREUNIÃO COM O SISTEMA PRODUTIVO DE FRUTICULTURA Na foto: Jeandro Ribeiro, Diretor da Secretaria de Desenvolvimento Rural. Foto: Betto Jr./Coperphoto/Sistema FIEB

Na manhã desta quarta-feira (13), uma reunião entre o Sindicato da Indústria Alimentar de Congelados, Sorvetes e Sucos Concentrados e Liofilizados (Sindisucos-BA), representantes das Secretarias de Desenvolvimento Econômico (SDE) e Desenvolvimento Rural (SDR), gestores do SENAI CIMATEC e empresários do setor de gelados comestíveis discutiram o fortalecimento do sistema produtivo da fruticultura na Bahia e a proposta de criação do Arranjo Produtivo Local (APL) do setor.

Durante o encontro, também foram debatidas as ações do Plano de Desenvolvimento Econômico Integrado (PDI Bahia 2035), que traça as estratégias e propostas para promover o crescimento econômico da Bahia a longo prazo e inserir o cenário do setor do Plano Nacional de Fruticultura.

Para o presidente do Sindisucos-BA, Luiz Hermida, esse encontro aproximou os envolvidos para o fortalecimento do setor produtivo. “Esse diálogo tem como objetivo reerguer o cultivo de frutas cítricas no nosso Estado. Temos um potencial muito forte. A indústria baiana tem capacidade de chegar aos mercados consumidores do mundo inteiro com produtos de alta tecnologia”, explica.

Ainda segundo Hermida, é preciso estruturar as pequenas indústrias para que a qualidade das frutas e a produtividade na Bahia cresçam de forma eficiente. “Temos capacidade de produção, mercado e expertise. O que está faltando é matéria prima de qualidade a preço competitivo, que, por sua vez, vai gerar emprego e renda para o estado”.

A APL é um conjunto de empresas do mesmo segmento produtivo, localizados na mesma região trabalhando de forma cooperada e sinérgica. De acordo com a diretora de Relações Empresariais da SDE, Juliana Araújo, existem vários benefícios a partir da criação de um APL. “Quando se organiza um setor com pelo menos 80% das atividades em comum, você tem um acesso ao crédito facilitado, trazendo mais crescimento para o sistema produtivo”, disse.

Juliana Araújo ainda falou sobre outras importantes iniciativas nacionais para o setor. “Os presentes tiveram a oportunidade de conhecer a Política Nacional de Fruticultura, colocando suas críticas e sugestões. Ainda debatemos a possibilidade da criação de um fundo focado em fruticultura”, revelou.

Política Nacional de Fruticultura

A produção de frutas no Brasil supera 43 milhões de toneladas por ano, gerando 5 milhões de empregos diretos, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária. Com a criação da Política Nacional de Fruticultura, será consolidado um modelo de gestão capaz de proporcionar o desenvolvimento sustentável da fruticultura brasileira, auxiliando o Governo Federal na adoção de ações, visando o aperfeiçoamento, de forma contínua, da cadeia produtiva da fruticultura.

O representante da Associação das Indústrias Processadoras de Frutos Tropicais (ASTN), Etélio Prado, apresentou a Política Nacional de Fruticultura. “Um grupo de profissionais está desenvolvendo o plano e esperamos que seja assinado em janeiro de 2018. Através de audiência pública, estamos coletando informações possíveis e cabíveis que auxiliem no aperfeiçoamento do plano, que, com toda certeza, ajudará a cadeia produtiva de fruticultura”, afirma o representante.

Visita técnica

Ao final do encontro, foi realizada uma visita às instalações do SENAI CIMATEC, com foco em alguns dos principais laboratórios, como a Fábrica Modelo Brasil – primeira da América Latina, e o Laboratório de Ensaios Dinamômetros. Além destes, os participantes do encontro conheceram o avançado Laboratório de Pesquisa Aplicada em Alimentos e Bebidas, que atende a diversas demandas em PD&I e pode trabalhar no desenvolvimento de novas tecnologias, contribuindo com o desenvolvimento de produtos e processos inovadores.

“Toda pesquisa desenvolvida aqui é sempre voltada para a inovação industrial. Temos condições de apoiar o desenvolvimento desses atores com tecnologia, inovação e capacitação de pessoas no desenvolvimento empresarial como um todo”, destacou a gerente da área de Alimentos e Bebidas, Cleide Guedes.

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